Caldeirão Político

Segunda-feira, 21 de Junho de 2021, 10h:07

Tília, filha de Dennis DJ, sonha com show após lançar carreira na pandemia

Nascida e criada no Rio de Janeiro, Tília Fialho não é uma jovem qualquer

Fama ao minuto

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Sem público, sem shows, sem receita. A pandemia pegou a classe artística de jeito em 2020 e continua a impor dificuldades neste ano. Mas isso não chega nem perto de assustar a jovem Tília, que se lançou cantora bem no meio dessa fase conturbada.

"Entrei de cabeça e tenho agora quase um ano de carreira. Estou feliz, realizada com tudo que está acontecendo e com alguns projetos incríveis que ainda têm para acontecer", celebra ela com seus 18 anos recém-completados, em entrevista à Folha de S.Paulo.

Nascida e criada no Rio de Janeiro, Tília Fialho não é uma jovem qualquer. Filha de Dennis DJ, 40, e Kamilla Fialho, 40, -ex-empresária de Anitta, 28, e nome forte no funk- ela reconhece ter privilégios por isso, mas não descarta seu próprio esforço.

E não deve mesmo! Emancipada, Tília já mostrara seu lado empreendedor antes de emergir como cantora, com uma loja virtual aberta quando ela ainda tinha 16 anos. "Era uma loja de roupa, de desapego, que eu criei e vendia muito por lá."
Mas a paixão pelas artes também esteve sempre presente.

Tanto que Tília fez jazz, balé, dança de rua e até curso de teatro -que ela admite não ser muito sua área-, antes de mergulhar na música e lançar "No Meu Talento", em setembro passado.

"Foi muito doido e muito rápido. Quando parei para entender, já tinha um perfil no Spotify, tinha um clipe no YouTube, meu sonho estava ali se tornando real. A música ficou em alta no YouTube. Tinha muita gente compartilhando, muita gente postando."

De lá para cá, ela lançou outros trabalhos, como "Nocaute", parceria com MC Melody, 14, e "Match", com o cantor Kawe, 18, além de ter feito uma live, que dará origem agora ao seu primeiro álbum, previsto para sair entre o fim de junho e início de julho.

Neste mês, Tília foi escolhida a artista revelação da música nacional no MTV Prestatenção, que indica mensalmente artistas em ascensão para a audiência ficar de olho. O selo é também uma das categorias da premiação MTV Miaw.

Tília afirma que os pais nunca a incentivaram a seguir essa carreira, mas a apoiam. "Eles conhecem muito bem o mercado da música. Então tudo que sabem de positivo, sabem de negativo também. E eu sou filha, eles querem me proteger de alguma forma."

"Se você perguntasse, eles não iam escolher essa profissão para mim, eles apoiam porque foi isso que eu escolhi. E é isso que eles fazem... me apoiam, me ajudam. Minha mãe é minha empresária, meu pai já fez várias músicas minhas", diz.

Segundo Tília, a surpresa foi menor para o pai, que já vinha acompanhando a série que ela lançou no YouTube, em que testou algumas profissões, como de DJ, dançarina, cantora e até cozinheira. "Minha mãe se assustou mais", diz a jovem, em tom de brincadeira.

Passado o susto, ficou o apoio. Hoje, Kamilla Fialho é empresária da filha, apesar de Tília se manter à frente de tudo, inclusive das finanças. "Sou investidora também, invisto o dinheiro que ganho com publicidade, por meu trabalho de influenciadora."

Até esse trabalho nas redes sociais, Tília diz que ficou mais intenso e importante com carreira de cantora. Se antes era mais uma brincadeira, agora ela afirma que precisa estar sempre presente "se não, você acaba sendo esquecida", brinca.

Com mais de 800 mil seguidores no Instagram, ela afirma que prefere ignorar as críticas, focar apenas os pontos positivos da rede social, apesar de ter aparecido chorando recentemente após comentários maldosos sobre seu corpo.

"Quando você mostra sua vida, a galera pensa que pode se meter e acaba passando dos limites. Quando as críticas me machucam, eu falo. Se está me machucando, não está certo. Fingir que não tem nada acontecendo anda não é o meu perfil."

POP, FUNK, PAGODE

Apesar da influência do funk na carreira de Dennis DJ e Kamilla Fialho, Tília afirma não se considerar uma funkeira, mas o ritmo pode ser encontrado, sim, em suas canções. "Sou uma artista do pop que usa muitos elementos do funk", explica.

"Se não fosse pelo funk, eu talvez não estivesse aqui conversando com você. Não sei como eu estaria, porque meus pais ganham dinheiro através do funk. É uma bandeira que gosto de carregar, defender. Mas me considero uma cantora do pop."

Mas, como a maior parte dos iniciantes, Tília afirma querer experimentar muitas coisas diferentes. Se definindo como "eclética", ela declara seu amor também pelo rap e pelo pagode, e diz sonhar com possíveis parcerias com Thiaguinho e Dilsinho.

Independentemente do ritmo, a jovem já sabe a mensagem que quer passar: empoderamento feminino. "Muitas meninas não entendem sobre o assunto, não se veem da forma que deveriam, então procuro colocar na minha letra muito sobre isso."

E isso já aparece na letra de "No Meu Talento", com Tília falando em traçar o próprio caminho. "Falo daquilo que eu precisava escutar naquele momento, precisava entender que eu não dependia de homem para nada, poderia ser o que eu quisesse."

Atualmente no México, cumprindo quarentena para entrar nos Estados Unidos, Tília tem vários projetos em andamento.

Nos dois meses que ficará estudando dança e inglês no país norte-americano, seus fãs receberão seu primeiro álbum.

Ainda em 2021, ela pretende lançar singles e um EP, que ela espera ser seu último trabalho do ano. A ansiedade, no entanto, está por conta de sua primeira apresentação com público, que ainda não tem data para acontecer.

"A pandemia foi uma loucura! Tanto no meu íntimo quanto na vida profissional. Eu me lancei [cantora], mas nunca fiz show, nunca fiz nada. Não tive contato com as pessoas ainda. Só quero que passe logo para ter esse contato, sentir realmente, cantar olhando nos olhos das pessoas."

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Sem público, sem shows, sem receita. A pandemia pegou a classe artística de jeito em 2020 e continua a impor dificuldades neste ano. Mas isso não chega nem perto de assustar a jovem Tília, que se lançou cantora bem no meio dessa fase conturbada.

"Entrei de cabeça e tenho agora quase um ano de carreira. Estou feliz, realizada com tudo que está acontecendo e com alguns projetos incríveis que ainda têm para acontecer", celebra ela com seus 18 anos recém-completados, em entrevista à Folha de S.Paulo.

Nascida e criada no Rio de Janeiro, Tília Fialho não é uma jovem qualquer. Filha de Dennis DJ, 40, e Kamilla Fialho, 40, -ex-empresária de Anitta, 28, e nome forte no funk- ela reconhece ter privilégios por isso, mas não descarta seu próprio esforço.

E não deve mesmo! Emancipada, Tília já mostrara seu lado empreendedor antes de emergir como cantora, com uma loja virtual aberta quando ela ainda tinha 16 anos. "Era uma loja de roupa, de desapego, que eu criei e vendia muito por lá."
Mas a paixão pelas artes também esteve sempre presente.

Tanto que Tília fez jazz, balé, dança de rua e até curso de teatro -que ela admite não ser muito sua área-, antes de mergulhar na música e lançar "No Meu Talento", em setembro passado.

"Foi muito doido e muito rápido. Quando parei para entender, já tinha um perfil no Spotify, tinha um clipe no YouTube, meu sonho estava ali se tornando real. A música ficou em alta no YouTube. Tinha muita gente compartilhando, muita gente postando."

De lá para cá, ela lançou outros trabalhos, como "Nocaute", parceria com MC Melody, 14, e "Match", com o cantor Kawe, 18, além de ter feito uma live, que dará origem agora ao seu primeiro álbum, previsto para sair entre o fim de junho e início de julho.

Neste mês, Tília foi escolhida a artista revelação da música nacional no MTV Prestatenção, que indica mensalmente artistas em ascensão para a audiência ficar de olho. O selo é também uma das categorias da premiação MTV Miaw.

Tília afirma que os pais nunca a incentivaram a seguir essa carreira, mas a apoiam. "Eles conhecem muito bem o mercado da música. Então tudo que sabem de positivo, sabem de negativo também. E eu sou filha, eles querem me proteger de alguma forma."

"Se você perguntasse, eles não iam escolher essa profissão para mim, eles apoiam porque foi isso que eu escolhi. E é isso que eles fazem... me apoiam, me ajudam. Minha mãe é minha empresária, meu pai já fez várias músicas minhas", diz.

Segundo Tília, a surpresa foi menor para o pai, que já vinha acompanhando a série que ela lançou no YouTube, em que testou algumas profissões, como de DJ, dançarina, cantora e até cozinheira. "Minha mãe se assustou mais", diz a jovem, em tom de brincadeira.

Passado o susto, ficou o apoio. Hoje, Kamilla Fialho é empresária da filha, apesar de Tília se manter à frente de tudo, inclusive das finanças. "Sou investidora também, invisto o dinheiro que ganho com publicidade, por meu trabalho de influenciadora."

Até esse trabalho nas redes sociais, Tília diz que ficou mais intenso e importante com carreira de cantora. Se antes era mais uma brincadeira, agora ela afirma que precisa estar sempre presente "se não, você acaba sendo esquecida", brinca.

Com mais de 800 mil seguidores no Instagram, ela afirma que prefere ignorar as críticas, focar apenas os pontos positivos da rede social, apesar de ter aparecido chorando recentemente após comentários maldosos sobre seu corpo.

"Quando você mostra sua vida, a galera pensa que pode se meter e acaba passando dos limites. Quando as críticas me machucam, eu falo. Se está me machucando, não está certo. Fingir que não tem nada acontecendo anda não é o meu perfil."

POP, FUNK, PAGODE

Apesar da influência do funk na carreira de Dennis DJ e Kamilla Fialho, Tília afirma não se considerar uma funkeira, mas o ritmo pode ser encontrado, sim, em suas canções. "Sou uma artista do pop que usa muitos elementos do funk", explica.

"Se não fosse pelo funk, eu talvez não estivesse aqui conversando com você. Não sei como eu estaria, porque meus pais ganham dinheiro através do funk. É uma bandeira que gosto de carregar, defender. Mas me considero uma cantora do pop."

Mas, como a maior parte dos iniciantes, Tília afirma querer experimentar muitas coisas diferentes. Se definindo como "eclética", ela declara seu amor também pelo rap e pelo pagode, e diz sonhar com possíveis parcerias com Thiaguinho e Dilsinho.

Independentemente do ritmo, a jovem já sabe a mensagem que quer passar: empoderamento feminino. "Muitas meninas não entendem sobre o assunto, não se veem da forma que deveriam, então procuro colocar na minha letra muito sobre isso."

E isso já aparece na letra de "No Meu Talento", com Tília falando em traçar o próprio caminho. "Falo daquilo que eu precisava escutar naquele momento, precisava entender que eu não dependia de homem para nada, poderia ser o que eu quisesse."

Atualmente no México, cumprindo quarentena para entrar nos Estados Unidos, Tília tem vários projetos em andamento.

Nos dois meses que ficará estudando dança e inglês no país norte-americano, seus fãs receberão seu primeiro álbum.

Ainda em 2021, ela pretende lançar singles e um EP, que ela espera ser seu último trabalho do ano. A ansiedade, no entanto, está por conta de sua primeira apresentação com público, que ainda não tem data para acontecer.

"A pandemia foi uma loucura! Tanto no meu íntimo quanto na vida profissional. Eu me lancei [cantora], mas nunca fiz show, nunca fiz nada. Não tive contato com as pessoas ainda. Só quero que passe logo para ter esse contato, sentir realmente, cantar olhando nos olhos das pessoas."

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Sem público, sem shows, sem receita. A pandemia pegou a classe artística de jeito em 2020 e continua a impor dificuldades neste ano. Mas isso não chega nem perto de assustar a jovem Tília, que se lançou cantora bem no meio dessa fase conturbada.

"Entrei de cabeça e tenho agora quase um ano de carreira. Estou feliz, realizada com tudo que está acontecendo e com alguns projetos incríveis que ainda têm para acontecer", celebra ela com seus 18 anos recém-completados, em entrevista à Folha de S.Paulo.

Nascida e criada no Rio de Janeiro, Tília Fialho não é uma jovem qualquer. Filha de Dennis DJ, 40, e Kamilla Fialho, 40, -ex-empresária de Anitta, 28, e nome forte no funk- ela reconhece ter privilégios por isso, mas não descarta seu próprio esforço.

E não deve mesmo! Emancipada, Tília já mostrara seu lado empreendedor antes de emergir como cantora, com uma loja virtual aberta quando ela ainda tinha 16 anos. "Era uma loja de roupa, de desapego, que eu criei e vendia muito por lá."
Mas a paixão pelas artes também esteve sempre presente.

Tanto que Tília fez jazz, balé, dança de rua e até curso de teatro -que ela admite não ser muito sua área-, antes de mergulhar na música e lançar "No Meu Talento", em setembro passado.

"Foi muito doido e muito rápido. Quando parei para entender, já tinha um perfil no Spotify, tinha um clipe no YouTube, meu sonho estava ali se tornando real. A música ficou em alta no YouTube. Tinha muita gente compartilhando, muita gente postando."

De lá para cá, ela lançou outros trabalhos, como "Nocaute", parceria com MC Melody, 14, e "Match", com o cantor Kawe, 18, além de ter feito uma live, que dará origem agora ao seu primeiro álbum, previsto para sair entre o fim de junho e início de julho.

Neste mês, Tília foi escolhida a artista revelação da música nacional no MTV Prestatenção, que indica mensalmente artistas em ascensão para a audiência ficar de olho. O selo é também uma das categorias da premiação MTV Miaw.

Tília afirma que os pais nunca a incentivaram a seguir essa carreira, mas a apoiam. "Eles conhecem muito bem o mercado da música. Então tudo que sabem de positivo, sabem de negativo também. E eu sou filha, eles querem me proteger de alguma forma."

"Se você perguntasse, eles não iam escolher essa profissão para mim, eles apoiam porque foi isso que eu escolhi. E é isso que eles fazem... me apoiam, me ajudam. Minha mãe é minha empresária, meu pai já fez várias músicas minhas", diz.

Segundo Tília, a surpresa foi menor para o pai, que já vinha acompanhando a série que ela lançou no YouTube, em que testou algumas profissões, como de DJ, dançarina, cantora e até cozinheira. "Minha mãe se assustou mais", diz a jovem, em tom de brincadeira.

Passado o susto, ficou o apoio. Hoje, Kamilla Fialho é empresária da filha, apesar de Tília se manter à frente de tudo, inclusive das finanças. "Sou investidora também, invisto o dinheiro que ganho com publicidade, por meu trabalho de influenciadora."

Até esse trabalho nas redes sociais, Tília diz que ficou mais intenso e importante com carreira de cantora. Se antes era mais uma brincadeira, agora ela afirma que precisa estar sempre presente "se não, você acaba sendo esquecida", brinca.

Com mais de 800 mil seguidores no Instagram, ela afirma que prefere ignorar as críticas, focar apenas os pontos positivos da rede social, apesar de ter aparecido chorando recentemente após comentários maldosos sobre seu corpo.

"Quando você mostra sua vida, a galera pensa que pode se meter e acaba passando dos limites. Quando as críticas me machucam, eu falo. Se está me machucando, não está certo. Fingir que não tem nada acontecendo anda não é o meu perfil."

POP, FUNK, PAGODE

Apesar da influência do funk na carreira de Dennis DJ e Kamilla Fialho, Tília afirma não se considerar uma funkeira, mas o ritmo pode ser encontrado, sim, em suas canções. "Sou uma artista do pop que usa muitos elementos do funk", explica.

"Se não fosse pelo funk, eu talvez não estivesse aqui conversando com você. Não sei como eu estaria, porque meus pais ganham dinheiro através do funk. É uma bandeira que gosto de carregar, defender. Mas me considero uma cantora do pop."

Mas, como a maior parte dos iniciantes, Tília afirma querer experimentar muitas coisas diferentes. Se definindo como "eclética", ela declara seu amor também pelo rap e pelo pagode, e diz sonhar com possíveis parcerias com Thiaguinho e Dilsinho.

Independentemente do ritmo, a jovem já sabe a mensagem que quer passar: empoderamento feminino. "Muitas meninas não entendem sobre o assunto, não se veem da forma que deveriam, então procuro colocar na minha letra muito sobre isso."

E isso já aparece na letra de "No Meu Talento", com Tília falando em traçar o próprio caminho. "Falo daquilo que eu precisava escutar naquele momento, precisava entender que eu não dependia de homem para nada, poderia ser o que eu quisesse."

Atualmente no México, cumprindo quarentena para entrar nos Estados Unidos, Tília tem vários projetos em andamento.

Nos dois meses que ficará estudando dança e inglês no país norte-americano, seus fãs receberão seu primeiro álbum.

Ainda em 2021, ela pretende lançar singles e um EP, que ela espera ser seu último trabalho do ano. A ansiedade, no entanto, está por conta de sua primeira apresentação com público, que ainda não tem data para acontecer.

"A pandemia foi uma loucura! Tanto no meu íntimo quanto na vida profissional. Eu me lancei [cantora], mas nunca fiz show, nunca fiz nada. Não tive contato com as pessoas ainda. Só quero que passe logo para ter esse contato, sentir realmente, cantar olhando nos olhos das pessoas."

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Sem público, sem shows, sem receita. A pandemia pegou a classe artística de jeito em 2020 e continua a impor dificuldades neste ano. Mas isso não chega nem perto de assustar a jovem Tília, que se lançou cantora bem no meio dessa fase conturbada.

"Entrei de cabeça e tenho agora quase um ano de carreira. Estou feliz, realizada com tudo que está acontecendo e com alguns projetos incríveis que ainda têm para acontecer", celebra ela com seus 18 anos recém-completados, em entrevista à Folha de S.Paulo.

Nascida e criada no Rio de Janeiro, Tília Fialho não é uma jovem qualquer. Filha de Dennis DJ, 40, e Kamilla Fialho, 40, -ex-empresária de Anitta, 28, e nome forte no funk- ela reconhece ter privilégios por isso, mas não descarta seu próprio esforço.

E não deve mesmo! Emancipada, Tília já mostrara seu lado empreendedor antes de emergir como cantora, com uma loja virtual aberta quando ela ainda tinha 16 anos. "Era uma loja de roupa, de desapego, que eu criei e vendia muito por lá."
Mas a paixão pelas artes também esteve sempre presente.

Tanto que Tília fez jazz, balé, dança de rua e até curso de teatro -que ela admite não ser muito sua área-, antes de mergulhar na música e lançar "No Meu Talento", em setembro passado.

"Foi muito doido e muito rápido. Quando parei para entender, já tinha um perfil no Spotify, tinha um clipe no YouTube, meu sonho estava ali se tornando real. A música ficou em alta no YouTube. Tinha muita gente compartilhando, muita gente postando."

De lá para cá, ela lançou outros trabalhos, como "Nocaute", parceria com MC Melody, 14, e "Match", com o cantor Kawe, 18, além de ter feito uma live, que dará origem agora ao seu primeiro álbum, previsto para sair entre o fim de junho e início de julho.

Neste mês, Tília foi escolhida a artista revelação da música nacional no MTV Prestatenção, que indica mensalmente artistas em ascensão para a audiência ficar de olho. O selo é também uma das categorias da premiação MTV Miaw.

Tília afirma que os pais nunca a incentivaram a seguir essa carreira, mas a apoiam. "Eles conhecem muito bem o mercado da música. Então tudo que sabem de positivo, sabem de negativo também. E eu sou filha, eles querem me proteger de alguma forma."

"Se você perguntasse, eles não iam escolher essa profissão para mim, eles apoiam porque foi isso que eu escolhi. E é isso que eles fazem... me apoiam, me ajudam. Minha mãe é minha empresária, meu pai já fez várias músicas minhas", diz.

Segundo Tília, a surpresa foi menor para o pai, que já vinha acompanhando a série que ela lançou no YouTube, em que testou algumas profissões, como de DJ, dançarina, cantora e até cozinheira. "Minha mãe se assustou mais", diz a jovem, em tom de brincadeira.

Passado o susto, ficou o apoio. Hoje, Kamilla Fialho é empresária da filha, apesar de Tília se manter à frente de tudo, inclusive das finanças. "Sou investidora também, invisto o dinheiro que ganho com publicidade, por meu trabalho de influenciadora."

Até esse trabalho nas redes sociais, Tília diz que ficou mais intenso e importante com carreira de cantora. Se antes era mais uma brincadeira, agora ela afirma que precisa estar sempre presente "se não, você acaba sendo esquecida", brinca.

Com mais de 800 mil seguidores no Instagram, ela afirma que prefere ignorar as críticas, focar apenas os pontos positivos da rede social, apesar de ter aparecido chorando recentemente após comentários maldosos sobre seu corpo.

"Quando você mostra sua vida, a galera pensa que pode se meter e acaba passando dos limites. Quando as críticas me machucam, eu falo. Se está me machucando, não está certo. Fingir que não tem nada acontecendo anda não é o meu perfil."

POP, FUNK, PAGODE

Apesar da influência do funk na carreira de Dennis DJ e Kamilla Fialho, Tília afirma não se considerar uma funkeira, mas o ritmo pode ser encontrado, sim, em suas canções. "Sou uma artista do pop que usa muitos elementos do funk", explica.

"Se não fosse pelo funk, eu talvez não estivesse aqui conversando com você. Não sei como eu estaria, porque meus pais ganham dinheiro através do funk. É uma bandeira que gosto de carregar, defender. Mas me considero uma cantora do pop."

Mas, como a maior parte dos iniciantes, Tília afirma querer experimentar muitas coisas diferentes. Se definindo como "eclética", ela declara seu amor também pelo rap e pelo pagode, e diz sonhar com possíveis parcerias com Thiaguinho e Dilsinho.

Independentemente do ritmo, a jovem já sabe a mensagem que quer passar: empoderamento feminino. "Muitas meninas não entendem sobre o assunto, não se veem da forma que deveriam, então procuro colocar na minha letra muito sobre isso."

E isso já aparece na letra de "No Meu Talento", com Tília falando em traçar o próprio caminho. "Falo daquilo que eu precisava escutar naquele momento, precisava entender que eu não dependia de homem para nada, poderia ser o que eu quisesse."

Atualmente no México, cumprindo quarentena para entrar nos Estados Unidos, Tília tem vários projetos em andamento.

Nos dois meses que ficará estudando dança e inglês no país norte-americano, seus fãs receberão seu primeiro álbum.

Ainda em 2021, ela pretende lançar singles e um EP, que ela espera ser seu último trabalho do ano. A ansiedade, no entanto, está por conta de sua primeira apresentação com público, que ainda não tem data para acontecer.

"A pandemia foi uma loucura! Tanto no meu íntimo quanto na vida profissional. Eu me lancei [cantora], mas nunca fiz show, nunca fiz nada. Não tive contato com as pessoas ainda. Só quero que passe logo para ter esse contato, sentir realmente, cantar olhando nos olhos das pessoas."

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Sem público, sem shows, sem receita. A pandemia pegou a classe artística de jeito em 2020 e continua a impor dificuldades neste ano. Mas isso não chega nem perto de assustar a jovem Tília, que se lançou cantora bem no meio dessa fase conturbada.

"Entrei de cabeça e tenho agora quase um ano de carreira. Estou feliz, realizada com tudo que está acontecendo e com alguns projetos incríveis que ainda têm para acontecer", celebra ela com seus 18 anos recém-completados, em entrevista à Folha de S.Paulo.

Nascida e criada no Rio de Janeiro, Tília Fialho não é uma jovem qualquer. Filha de Dennis DJ, 40, e Kamilla Fialho, 40, -ex-empresária de Anitta, 28, e nome forte no funk- ela reconhece ter privilégios por isso, mas não descarta seu próprio esforço.

E não deve mesmo! Emancipada, Tília já mostrara seu lado empreendedor antes de emergir como cantora, com uma loja virtual aberta quando ela ainda tinha 16 anos. "Era uma loja de roupa, de desapego, que eu criei e vendia muito por lá."
Mas a paixão pelas artes também esteve sempre presente.

Tanto que Tília fez jazz, balé, dança de rua e até curso de teatro -que ela admite não ser muito sua área-, antes de mergulhar na música e lançar "No Meu Talento", em setembro passado.

"Foi muito doido e muito rápido. Quando parei para entender, já tinha um perfil no Spotify, tinha um clipe no YouTube, meu sonho estava ali se tornando real. A música ficou em alta no YouTube. Tinha muita gente compartilhando, muita gente postando."

De lá para cá, ela lançou outros trabalhos, como "Nocaute", parceria com MC Melody, 14, e "Match", com o cantor Kawe, 18, além de ter feito uma live, que dará origem agora ao seu primeiro álbum, previsto para sair entre o fim de junho e início de julho.

Neste mês, Tília foi escolhida a artista revelação da música nacional no MTV Prestatenção, que indica mensalmente artistas em ascensão para a audiência ficar de olho. O selo é também uma das categorias da premiação MTV Miaw.

Tília afirma que os pais nunca a incentivaram a seguir essa carreira, mas a apoiam. "Eles conhecem muito bem o mercado da música. Então tudo que sabem de positivo, sabem de negativo também. E eu sou filha, eles querem me proteger de alguma forma."

"Se você perguntasse, eles não iam escolher essa profissão para mim, eles apoiam porque foi isso que eu escolhi. E é isso que eles fazem... me apoiam, me ajudam. Minha mãe é minha empresária, meu pai já fez várias músicas minhas", diz.

Segundo Tília, a surpresa foi menor para o pai, que já vinha acompanhando a série que ela lançou no YouTube, em que testou algumas profissões, como de DJ, dançarina, cantora e até cozinheira. "Minha mãe se assustou mais", diz a jovem, em tom de brincadeira.

Passado o susto, ficou o apoio. Hoje, Kamilla Fialho é empresária da filha, apesar de Tília se manter à frente de tudo, inclusive das finanças. "Sou investidora também, invisto o dinheiro que ganho com publicidade, por meu trabalho de influenciadora."

Até esse trabalho nas redes sociais, Tília diz que ficou mais intenso e importante com carreira de cantora. Se antes era mais uma brincadeira, agora ela afirma que precisa estar sempre presente "se não, você acaba sendo esquecida", brinca.

Com mais de 800 mil seguidores no Instagram, ela afirma que prefere ignorar as críticas, focar apenas os pontos positivos da rede social, apesar de ter aparecido chorando recentemente após comentários maldosos sobre seu corpo.

"Quando você mostra sua vida, a galera pensa que pode se meter e acaba passando dos limites. Quando as críticas me machucam, eu falo. Se está me machucando, não está certo. Fingir que não tem nada acontecendo anda não é o meu perfil."

POP, FUNK, PAGODE

Apesar da influência do funk na carreira de Dennis DJ e Kamilla Fialho, Tília afirma não se considerar uma funkeira, mas o ritmo pode ser encontrado, sim, em suas canções. "Sou uma artista do pop que usa muitos elementos do funk", explica.

"Se não fosse pelo funk, eu talvez não estivesse aqui conversando com você. Não sei como eu estaria, porque meus pais ganham dinheiro através do funk. É uma bandeira que gosto de carregar, defender. Mas me considero uma cantora do pop."

Mas, como a maior parte dos iniciantes, Tília afirma querer experimentar muitas coisas diferentes. Se definindo como "eclética", ela declara seu amor também pelo rap e pelo pagode, e diz sonhar com possíveis parcerias com Thiaguinho e Dilsinho.

Independentemente do ritmo, a jovem já sabe a mensagem que quer passar: empoderamento feminino. "Muitas meninas não entendem sobre o assunto, não se veem da forma que deveriam, então procuro colocar na minha letra muito sobre isso."

E isso já aparece na letra de "No Meu Talento", com Tília falando em traçar o próprio caminho. "Falo daquilo que eu precisava escutar naquele momento, precisava entender que eu não dependia de homem para nada, poderia ser o que eu quisesse."

Atualmente no México, cumprindo quarentena para entrar nos Estados Unidos, Tília tem vários projetos em andamento.

Nos dois meses que ficará estudando dança e inglês no país norte-americano, seus fãs receberão seu primeiro álbum.

Ainda em 2021, ela pretende lançar singles e um EP, que ela espera ser seu último trabalho do ano. A ansiedade, no entanto, está por conta de sua primeira apresentação com público, que ainda não tem data para acontecer.

"A pandemia foi uma loucura! Tanto no meu íntimo quanto na vida profissional. Eu me lancei [cantora], mas nunca fiz show, nunca fiz nada. Não tive contato com as pessoas ainda. Só quero que passe logo para ter esse contato, sentir realmente, cantar olhando nos olhos das pessoas."


Fonte: Jornal do Ônibus

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